{"id":243535,"date":"2024-07-03T15:24:05","date_gmt":"2024-07-03T13:24:05","guid":{"rendered":"https:\/\/rtrsports.com\/o-motor-utilizado-nas-competicoes-indycar\/"},"modified":"2026-10-22T16:20:34","modified_gmt":"2026-10-22T14:20:34","slug":"o-motor-utilizado-nas-competicoes-indycar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/rtrsports.com\/pt-pt\/blog\/o-motor-utilizado-nas-competicoes-indycar\/","title":{"rendered":"O motor da F\u00f3rmula Indy: como \u00e9 o V6 da Chevrolet e da Honda"},"content":{"rendered":"<p>Nenhuma equipa da IndyCar, a F\u00f3rmula Indy, escolhe o motor que monta. Aluga-o \u00e0 Chevrolet ou \u00e0 Honda, mas \u00e9 a s\u00e9rie que decide que unidade vai parar ao seu carro: sempre que \u00e9 preciso um motor, sorteia-o, j\u00e1 selado, entre o grupo de unidades que o fabricante indica antes de cada evento. \u00c9 o que prev\u00ea o regulamento de 2026 da NTT INDYCAR SERIES, e nessas poucas linhas est\u00e1 um peda\u00e7o da filosofia americana das corridas. A diferen\u00e7a tem de ser feita por quem conduz e por quem afina o carro, n\u00e3o pela pe\u00e7a que sai no sorteio.<\/p>\n<p>O motor em quest\u00e3o \u00e9, no essencial, o mesmo desde 2012: um V6 turbo de 2,2 litros, biturbo nas duas marcas desde 2014 (nos dois primeiros anos a Honda usava um s\u00f3 turbocompressor), constru\u00eddo em duas vers\u00f5es pelos dois fabricantes que, desde 2013, s\u00e3o os \u00fanicos a fornecer a s\u00e9rie. Vale a pena olh\u00e1-lo de perto, porque diz muito sobre a IndyCar de hoje e ainda mais sobre a que chegar\u00e1 em 2028.<\/p>\n<h2>Um V6 de 2,2 litros e 12 000 rota\u00e7\u00f5es<\/h2>\n<p>O regulamento deixa aos fabricantes menos liberdade do que se imagina. A cilindrada est\u00e1 fixada em 2,2 litros, os seis cilindros est\u00e3o dispostos em V, o di\u00e2metro n\u00e3o pode ultrapassar 95 mil\u00edmetros, enquanto o curso \u00e9 livre. A inje\u00e7\u00e3o \u00e9 direta, combinada no motor Honda com a inje\u00e7\u00e3o indireta, os turbocompressores s\u00e3o dois, fornecidos pela BorgWarner, e o limitador, imposto pela s\u00e9rie, corta \u00e0s 12 000 rota\u00e7\u00f5es. Tamb\u00e9m o peso tem um m\u00ednimo: cerca de 112 quilos.<\/p>\n<p>A pot\u00eancia, pelo contr\u00e1rio, \u00e9 decidida pela pista. A press\u00e3o do turbo n\u00e3o \u00e9 livre: a s\u00e9rie fixa-a para cada tipo de tra\u00e7ado, mais baixa nos superspeedways como Indian\u00e1polis, mais alta nos circuitos permanentes e citadinos. Por isso n\u00e3o existe um n\u00famero \u00fanico. Na configura\u00e7\u00e3o de circuito permanente o V6 debita cerca de 700 cavalos, bastante menos nos ovais r\u00e1pidos. Desde 2023 queima um combust\u00edvel Shell totalmente renov\u00e1vel, uma mistura de etanol de segunda gera\u00e7\u00e3o obtido a partir de res\u00edduos de cana-de-a\u00e7\u00facar e de outros biocombust\u00edveis, que segundo a s\u00e9rie reduz as emiss\u00f5es de gases com efeito de estufa em pelo menos 60% face a uma gasolina de origem f\u00f3ssil. A IndyCar apresenta-se como a primeira s\u00e9rie sediada nos Estados Unidos a correr com um combust\u00edvel 100% renov\u00e1vel.<\/p>\n<h2>O h\u00edbrido e a fasquia dos 800 cavalos<\/h2>\n<p>A 7 de julho de 2024, na Honda Indy 200 de Mid-Ohio, a IndyCar disputou a sua primeira corrida h\u00edbrida. O sistema, desenvolvido em conjunto pela s\u00e9rie, pela Chevrolet e pela Honda, \u00e9 mais pequeno do que a palavra faz pensar: um motor-gerador de 48 volts e um acumulador de vinte supercondensadores, ambos alojados na camp\u00e2nula entre o motor e a caixa de velocidades. Recupera energia nas travagens e devolve-a quando o piloto carrega num bot\u00e3o do volante, com cerca de sessenta cavalos a mais.<\/p>\n<p>Somados ao Push to Pass, que acrescenta mais sessenta cavalos, aproximadamente, ao subir durante alguns segundos a press\u00e3o do turbo, levam a IndyCar acima dos 800 cavalos, uma fasquia que, segundo a s\u00e9rie, os monolugares Indy n\u00e3o ultrapassavam h\u00e1 cerca de vinte anos. Como funciona esse bot\u00e3o, e quantos segundos se podem usar em corrida, explic\u00e1mo-lo quando fal\u00e1mos do <a href=\"https:\/\/rtrsports.com\/pt-pt\/blog\/coisas-que-tens-de-passar-no-campeonato-indycar\/\">Push to Pass<\/a>. Tamb\u00e9m a unidade h\u00edbrida n\u00e3o pertence \u00e0s equipas: \u00e9 fornecida pela Ilmor, continua a ser propriedade da IndyCar e \u00e9 selada e atribu\u00edda por sorteio, tal como o motor. O pre\u00e7o paga-se em quilos, como cont\u00e1mos ao explicar <a href=\"https:\/\/rtrsports.com\/pt-pt\/blog\/quanto-uma-maquina-pesa-o-indycar\/\">quanto pesa um IndyCar<\/a>.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-361042\" src=\"https:\/\/rtrsports.com\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/20617987.jpg\" alt=\"Motor de um monolugar da IndyCar\" width=\"1600\" height=\"1067\" srcset=\"https:\/\/rtrsports.com\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/20617987.jpg 1600w, https:\/\/rtrsports.com\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/20617987-300x200.jpg 300w, https:\/\/rtrsports.com\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/20617987-600x400.jpg 600w, https:\/\/rtrsports.com\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/20617987-768x512.jpg 768w, https:\/\/rtrsports.com\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/20617987-1536x1024.jpg 1536w\" sizes=\"auto, (max-width: 1600px) 100vw, 1600px\" \/><\/p>\n<h2>Quatro motores para dez mil milhas<\/h2>\n<p>Um motor da IndyCar tem de durar. Cada carro inscrito para toda a temporada tem direito a quatro motores novos e a um limite de 10 000 milhas, cerca de 16 000 quil\u00f3metros, a cumprir entre testes e corridas: em m\u00e9dia 2500 milhas, pouco mais de 4000 quil\u00f3metros, por unidade. Quem tem de substituir um motor antes de ele ter percorrido a quilometragem prevista pelo fabricante, mesmo por avaria, fora dos poucos casos admitidos pelo regulamento, ou montar um quinto antes de completar essas 10 000 milhas, paga na grelha: seis posi\u00e7\u00f5es nos circuitos permanentes e citadinos, nove nos ovais. Se isso acontecer nas 500 Milhas, a penaliza\u00e7\u00e3o \u00e9 cumprida na corrida seguinte.<\/p>\n<p>\u00c9 uma regra que pesa tamb\u00e9m sobre os fabricantes, porque a IndyCar tamb\u00e9m lhes atribui um campeonato, e um quinto motor montado antes do tempo n\u00e3o d\u00e1 pontos \u00e0 sua marca. Em Indian\u00e1polis, a fiabilidade tem at\u00e9 um pr\u00e9mio pr\u00f3prio: se um motor usado nas 500 Milhas chegar \u00e0s 2000 milhas de utiliza\u00e7\u00e3o total, o fabricante recebe um b\u00f3nus igual aos pontos que esse carro conquistou na corrida. Uma aten\u00e7\u00e3o \u00e0 durabilidade que vem de longe.<\/p>\n<h2>Chevrolet e Honda, duas hist\u00f3rias diferentes<\/h2>\n<p>As duas marcas chegaram \u00e0 IndyCar por caminhos diferentes. A Honda corre nas s\u00e9ries Indy sem interrup\u00e7\u00e3o desde 1994, na CART at\u00e9 2002 e na IndyCar desde 2003, e prepara os seus motores na Calif\u00f3rnia, em Santa Clarita, nas instala\u00e7\u00f5es que desde 2024 se chamam Honda Racing Corporation USA. Entre 2006 e 2011 foi a \u00fanica fornecedora da s\u00e9rie, com um V8 que a partir de 2007 funcionava a etanol, e nessas seis edi\u00e7\u00f5es das 500 Milhas, segundo a Honda pela primeira vez na hist\u00f3ria da corrida, nenhum carro desistiu por avaria do motor. A Chevrolet regressou em 2012 com o V6 atual, concebido e constru\u00eddo com a Ilmor, a empresa de engenharia fundada em Inglaterra em 1983 que, com a marca americana, j\u00e1 tinha vencido Indian\u00e1polis seis vezes entre 1988 e 1993.<\/p>\n<p>Em 2012 os fabricantes eram tr\u00eas. A Lotus, o terceiro elemento, saiu ao fim de uma s\u00f3 temporada, e desde ent\u00e3o a IndyCar vive num equil\u00edbrio a dois que deu origem a uma rivalidade verdadeira. Nas 500 Milhas, a Honda venceu 17 vezes, as duas \u00faltimas em 2025 e 2026, e a Chevrolet 13. Na contagem oficial do Indianapolis Motor Speedway s\u00f3 um motor fez melhor, o Offenhauser, que entre 1935 e 1976 venceu Indian\u00e1polis 27 vezes, dezoito delas seguidas entre 1947 e 1964. Para o Jap\u00e3o, esta hist\u00f3ria tem ainda nome e apelido: Takuma Sato, o primeiro japon\u00eas a vencer as 500 Milhas, em 2017 e depois em 2020, das duas vezes com um motor Honda.<\/p>\n<h2>2028 e o 2,4 litros<\/h2>\n<p>A 12 de fevereiro de 2026, a Chevrolet e a Honda assinaram com a s\u00e9rie um novo compromisso plurianual, que come\u00e7a em 2027. \u00c9 o acordo que acompanhar\u00e1 a mudan\u00e7a de carro: a partir de 2028 a IndyCar correr\u00e1 com o IR-28, um novo chassis Dallara e um V6 biturbo de 2,4 litros capaz de chegar aos 760 cavalos, associado a um h\u00edbrido cerca de nove quilos mais leve e, pela primeira vez, alimentado por uma bateria em vez de supercondensadores.<\/p>\n<p>O acordo traz tamb\u00e9m uma novidade que diz muito sobre o papel dos fabricantes de motores. A partir de 2028 cada uma das duas marcas poder\u00e1 ser propriet\u00e1ria de um charter, a licen\u00e7a que garante a um carro o lugar na grelha em todas as corridas da temporada, exceto nas 500 Milhas. A Chevrolet e a Honda deixar\u00e3o de ser apenas fornecedoras: poder\u00e3o ter nas m\u00e3os um peda\u00e7o da grelha.<\/p>\n<h2>Porque \u00e9 que um fabricante assina por baixo<\/h2>\n<p>Para uma equipa, o motor \u00e9 uma rubrica de custos: em 2025 o aluguer custava, segundo a RACER, 1,6 milh\u00f5es de d\u00f3lares por carro e por temporada, mais do que os propriet\u00e1rios estimam para um chassis novo, como vimos ao calcular <a href=\"https:\/\/rtrsports.com\/pt-pt\/blog\/o-custo-de-um-carro-indycar\/\">quanto custa um IndyCar<\/a>. Para um fabricante \u00e9 outra coisa. \u00c9 um investimento de marketing, e um dos mais leg\u00edveis do desporto motorizado americano: o nome da marca est\u00e1 no motor, nas classifica\u00e7\u00f5es, at\u00e9 no bon\u00e9 que os tr\u00eas primeiros usam no p\u00f3dio, por regulamento logo a seguir aos da Firestone e da s\u00e9rie.<\/p>\n<p>Para uma empresa que olha para a IndyCar como plataforma de patroc\u00ednio, saber quem estar\u00e1 presente em 2028 e com que compromisso \u00e9 uma informa\u00e7\u00e3o pelo menos t\u00e3o \u00fatil como os cavalos. Os pacotes, os custos e as oportunidades organiz\u00e1mo-los no guia do <a href=\"https:\/\/rtrsports.com\/pt-pt\/blog\/patrocinio-da-indycar-pacotes-custos-e-oportunidades\/\">patroc\u00ednio na IndyCar<\/a>; a compara\u00e7\u00e3o com a F\u00f3rmula 1, motores inclu\u00eddos, est\u00e1 no artigo sobre <a href=\"https:\/\/rtrsports.com\/pt-pt\/blog\/indycar-formula-1-faster\/\">a IndyCar e a F\u00f3rmula 1<\/a>.<\/p>\n<p>Fica uma curiosidade que diz muito. Numa s\u00e9rie em que todos correm com o mesmo chassis e ningu\u00e9m escolhe a unidade concreta que monta, uma das rivalidades mais acesas \u00e9 precisamente a que op\u00f5e dois motores. Talvez porque, onde tudo o resto \u00e9 igual por regulamento, \u00e9 o \u00faltimo lugar onde uma marca ainda pode provar que \u00e9 melhor do que a outra.<\/p>\n    <div itemscope itemtype=\"https:\/\/schema.org\/FAQPage\" class=\"faq-schema-wrapper question-list-wrap\">\r\n\r\n                    <h2><b>Perguntas frequentes sobre o motor da IndyCar<\/b><\/h2>\r\n        \r\n        <br \/>\n    <div itemscope itemprop=\"mainEntity\" itemtype=\"https:\/\/schema.org\/Question\" class=\"faq-item question-list-row\">\r\n\r\n        <h3 class=\"h5\" itemprop=\"name\">\r\n            <b>Que motor usa a IndyCar?<\/b>\r\n        <\/h3>\r\n\r\n        <div itemscope itemprop=\"acceptedAnswer\" itemtype=\"https:\/\/schema.org\/Answer\">\r\n            <div itemprop=\"text\" class=\"question-answer\">\r\n                <p>Um V6 biturbo de 2,2 litros com limitador \u00e0s 12 000 rota\u00e7\u00f5es, constru\u00eddo em duas vers\u00f5es pela Chevrolet e pela Honda, as \u00fanicas fornecedoras da s\u00e9rie desde 2013. Desde julho de 2024 \u00e9 acompanhado por um sistema h\u00edbrido com um motor-gerador de 48 volts e supercondensadores, alojado entre o motor e a caixa de velocidades.<\/p>\n            <\/div>\r\n        <\/div>\r\n\r\n    <\/div>\r\n    <br \/>\n    <div itemscope itemprop=\"mainEntity\" itemtype=\"https:\/\/schema.org\/Question\" class=\"faq-item question-list-row\">\r\n\r\n        <h3 class=\"h5\" itemprop=\"name\">\r\n            <b>Quantos cavalos tem um IndyCar?<\/b>\r\n        <\/h3>\r\n\r\n        <div itemscope itemprop=\"acceptedAnswer\" itemtype=\"https:\/\/schema.org\/Answer\">\r\n            <div itemprop=\"text\" class=\"question-answer\">\r\n                <p>Depende da pista, porque a press\u00e3o do turbo \u00e9 fixada pela s\u00e9rie: na configura\u00e7\u00e3o de circuito permanente o V6 debita cerca de 700 cavalos, bastante menos nos superspeedways como Indian\u00e1polis. O h\u00edbrido acrescenta cerca de sessenta cavalos e o Push to Pass outros sessenta, aproximadamente: juntos levam o carro acima dos 800 cavalos.<\/p>\n            <\/div>\r\n        <\/div>\r\n\r\n    <\/div>\r\n    <br \/>\n    <div itemscope itemprop=\"mainEntity\" itemtype=\"https:\/\/schema.org\/Question\" class=\"faq-item question-list-row\">\r\n\r\n        <h3 class=\"h5\" itemprop=\"name\">\r\n            <b>Quem fabrica os motores da IndyCar?<\/b>\r\n        <\/h3>\r\n\r\n        <div itemscope itemprop=\"acceptedAnswer\" itemtype=\"https:\/\/schema.org\/Answer\">\r\n            <div itemprop=\"text\" class=\"question-answer\">\r\n                <p>A Chevrolet e a Honda. A Chevrolet regressou \u00e0 s\u00e9rie em 2012 com um V6 concebido e constru\u00eddo com a Ilmor; a Honda corre nas s\u00e9ries Indy sem interrup\u00e7\u00e3o desde 1994, na IndyCar desde 2003, e prepara os motores em Santa Clarita, na Calif\u00f3rnia, com a Honda Racing Corporation USA. As equipas n\u00e3o compram os motores: alugam-nos para a temporada, e sempre que \u00e9 preciso um motor a s\u00e9rie atribui-o por sorteio entre o grupo de unidades indicado pelo fabricante.<\/p>\n            <\/div>\r\n        <\/div>\r\n\r\n    <\/div>\r\n    <br \/>\n    <div itemscope itemprop=\"mainEntity\" itemtype=\"https:\/\/schema.org\/Question\" class=\"faq-item question-list-row\">\r\n\r\n        <h3 class=\"h5\" itemprop=\"name\">\r\n            <b>Quanto dura um motor da IndyCar?<\/b>\r\n        <\/h3>\r\n\r\n        <div itemscope itemprop=\"acceptedAnswer\" itemtype=\"https:\/\/schema.org\/Answer\">\r\n            <div itemprop=\"text\" class=\"question-answer\">\r\n                <p>Cada carro inscrito para toda a temporada disp\u00f5e de quatro motores novos e de 10 000 milhas, cerca de 16 000 quil\u00f3metros, entre testes e corridas: em m\u00e9dia 2500 milhas por motor. Montar um quinto antes de completar essa quilometragem, ou substituir um motor antes do tempo fora dos casos admitidos pelo regulamento, custa uma penaliza\u00e7\u00e3o de seis posi\u00e7\u00f5es na grelha nos circuitos permanentes e citadinos e de nove nos ovais.<\/p>\n            <\/div>\r\n        <\/div>\r\n\r\n    <\/div>\r\n    <br \/>\n    <div itemscope itemprop=\"mainEntity\" itemtype=\"https:\/\/schema.org\/Question\" class=\"faq-item question-list-row\">\r\n\r\n        <h3 class=\"h5\" itemprop=\"name\">\r\n            <b>Que motor venceu mais vezes as 500 Milhas de Indian\u00e1polis?<\/b>\r\n        <\/h3>\r\n\r\n        <div itemscope itemprop=\"acceptedAnswer\" itemtype=\"https:\/\/schema.org\/Answer\">\r\n            <div itemprop=\"text\" class=\"question-answer\">\r\n                <p>O Offenhauser, com 27 vit\u00f3rias entre 1935 e 1976, dezoito delas consecutivas entre 1947 e 1964. Entre os fabricantes atuais, a Honda soma 17, incluindo as vit\u00f3rias de 2025 e 2026, e a Chevrolet 13.<\/p>\n            <\/div>\r\n        <\/div>\r\n\r\n    <\/div>\r\n    <br \/>\n    <div itemscope itemprop=\"mainEntity\" itemtype=\"https:\/\/schema.org\/Question\" class=\"faq-item question-list-row\">\r\n\r\n        <h3 class=\"h5\" itemprop=\"name\">\r\n            <b>O que muda no motor da IndyCar a partir de 2028?<\/b>\r\n        <\/h3>\r\n\r\n        <div itemscope itemprop=\"acceptedAnswer\" itemtype=\"https:\/\/schema.org\/Answer\">\r\n            <div itemprop=\"text\" class=\"question-answer\">\r\n                <p>Com o novo carro IR-28 chegar\u00e1 um V6 biturbo de 2,4 litros capaz de chegar aos 760 cavalos, associado a um h\u00edbrido mais leve e alimentado pela primeira vez por uma bateria. Em fevereiro de 2026, a Chevrolet e a Honda assinaram um novo acordo plurianual que come\u00e7a em 2027 e d\u00e1 a cada uma das duas marcas o direito de ser propriet\u00e1ria de um charter a partir de 2028.<\/p>\n            <\/div>\r\n        <\/div>\r\n\r\n    <\/div>\r\n    <br \/>\n\r\n    <\/div>\r\n    \n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O motor utilizado nas corridas da IndyCar.<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":198304,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[20156,20150],"tags":[],"class_list":["post-243535","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-automobilismo","category-patrocinio-desportivo"],"acf":[],"contentshake_article_id":"","yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium plugin v26.8 (Yoast SEO v28.7) - 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