O caso da China: Mais do que apenas um grande mercado
Quando os executivos discutem o crescimento, a conversa passa muitas vezes para “novos mercados”. Durante anos, as empresas expandiram-se para a Europa, depois para a América do Norte e, em seguida, para a Índia, o Brasil ou o Sudeste Asiático. No entanto, há um mercado que continua a destacar-se dos restantes: a China.
Não se trata apenas de veículos eléctricos ou de startups tecnológicas. Se vendes moda de luxo, bens de consumo, serviços financeiros, cuidados de saúde ou plataformas digitais, as oportunidades na China são simplesmente maiores do que em qualquer outro lugar. E, atualmente, a forma mais inteligente de as marcas se destacarem e se ligarem aos consumidores chineses é tirando partido da Fórmula Eum desporto que está perfeitamente alinhado com as ambições do país.
Escala e poder de compra: Porque é que a China é diferente
A China combina duas coisas que raramente se encontram juntas: uma população enorme e um poder de compra crescente.
- Mais de 1,4 mil milhões de pessoas – a maior base de consumidores do mundo.
- Mais de 400 milhões de consumidores da classe média com um rendimento disponível crescente.
- Um grupo demográfico jovem e urbano que deseja marcas modernas e globais.
As empresas de luxo compreenderam-no cedo. A LVMH, a Chanel e a Gucci consideram a China como o seu mercado mais importante. No sector dos bens de consumo corrente, gigantes como a Unilever, a Nestlé e a Coca-Cola contam com a China para uma grande parte das vendas globais. Mesmo no sector financeiro, a China é atualmente o segundo maior mercado mundial de gestão de fortunas.
Compara isto com a Europa – rica, mas estagnada e envelhecida. Os EUA continuam a ser ricos, mas estão cheios de gente e são caros. A Índia tem dimensão, mas a despesa per capita fica muito aquém. Só a China oferece escala, velocidade e poder de compra ao mesmo tempo.
China digital: O ecossistema de consumo mais sofisticado do mundo
A China também está anos à frente do resto do mundo no que diz respeito ao envolvimento digital.
- Super-apps como o WeChat integram chat, pagamentos, compras e serviços.
- Plataformas como Douyin (TikTok China), Tmall e JD.com tornam inseparáveis o comércio e o entretenimento em linha.
- Em 2023, as compras por livestream ultrapassaram os 500 mil milhões de dólares, superando tudo o que se passa no Ocidente.
Isto cria um ambiente em que uma marca pode lançar um produto e chegar imediatamente a dezenas de milhões de pessoas através de campanhas interactivas que misturam a narração de histórias, o comércio e o entretenimento.
A Nike, por exemplo, não se limita a vender sapatos na China. Cria comunidades de fitness, gamifica desafios e cria conteúdos que fazem com que os jovens queiram pertencer ao ecossistema da Nike.
Em comparação, a Europa e os EUA estão fragmentados – as marcas têm de fazer malabarismos com a Amazon, o Instagram, a Google e o retalho tradicional. A China permite uma ativação perfeita em escala.
Alinhamento de políticas: Uma vantagem rara
Outra razão negligenciada para investir na China é o alinhamento das políticas.
O governo apoia ativamente as indústrias que considera estratégicas: saúde, bens de consumo, tecnologia e sustentabilidade. Isto significa que as empresas beneficiam de subsídios, parcerias público-privadas e estabilidade a longo prazo.
- Cuidados de saúde: A AstraZeneca e a Pfizer fizeram da China o seu mercado de mais rápido crescimento.
- Alimentação e estilo de vida: A Starbucks terá 9.000 lojas na China até 2025, mais do que nos EUA.
- Tecnologia: A Apple não só vende aos consumidores chineses como também depende das inigualáveis cadeias de fornecimento do país.
Noutros locais, as políticas são inconsistentes: A Europa está fragmentada, os EUA estão politicamente polarizados e muitos mercados emergentes carecem de infra-estruturas. Na China, as prioridades do governo e as oportunidades de mercado estão alinhadas – uma situação rara para as empresas globais.
A China e os outros países: Um olhar lado a lado
- Europa → Madura, crescimento lento, demografia envelhecida.
- Estados Unidos → Ricos e inovadores, mas caros e sobrelotados.
- Índia e Sudeste Asiático → Jovem e em crescimento, mas com uma despesa per capita baixa e infra-estruturas mais fracas.
- China → O único mercado que oferece escala, riqueza, sofisticação digital e alinhamento de políticas em conjunto.
Nenhum outro país oferece esta mistura.
Fórmula E: A porta de entrada estratégica para a China
Se o investimento na China faz sentido, a questão seguinte é: como é que te ligas aos consumidores e às partes interessadas de forma eficaz?
É aqui que entra a Fórmula E.
A Fórmula E é mais do que uma corrida. Representa:
- Tecnologia e inovação, dois valores centrais para o posicionamento global da China.
- Sustentabilidade e mobilidade limpa, prioridades da política nacional.
- Um público jovem, urbano e digital, exatamente a demografia que as empresas pretendem.
Com até quatro corridas planeadas na China (Xangai, Sanya, Pequim e Hong Kong), a Fórmula E proporciona uma plataforma concentrada que nenhum outro desporto oferece. São quatro oportunidades para alcançar milhões de pessoas no estádio, dezenas de milhões na transmissão e centenas de milhões online.
Porque é que a Fórmula E funciona para qualquer indústria
O patrocínio das rondas chinesas da Fórmula E não se limita aos fabricantes de automóveis ou às empresas de energia. É uma plataforma versátil para qualquer sector:
- Luxury & Fashion → Aparece onde a juventude, o estilo e o prestígio global se encontram.
- Bens de consumo → Liga os produtos à inovação e à sustentabilidade.
- Healthcare & Pharma → Alinha-te com o bem-estar, a mobilidade futura e o progresso global.
- Finance & Insurance → Posiciona-te como investidores em futuros inteligentes e sustentáveis.
- Tecnologia e telecomunicações → Adequação natural à inovação, aos dados e à transformação digital.
Ao contrário da publicidade tradicional, a Fórmula E oferece visibilidade, narração de histórias, hospitalidade e envolvimento, tudo ao mesmo tempo.
Da estratégia à ação
A lógica é simples:
- Todas as empresas globais precisam da China para crescer a longo prazo.
- Para entrar na China é preciso mais do que distribuição, é preciso relevância.
- A Fórmula E é uma das poucas plataformas que proporciona alinhamento político, relevância cultural e visibilidade maciça em grande escala.
Por isso, se estás a falar a sério sobre a China, o caminho é claro: patrocina a Fórmula E e usa-a como plataforma de lançamento para o mercado de consumo mais importante do mundo.
A plataforma para negócios globais
A China não é apenas mais uma geografia a “considerar”. É o futuro do negócio global. Combina a dimensão, a sofisticação digital e a política de apoio de uma forma que nenhum outro mercado consegue.
Mas entrar na China não se trata apenas de estar presente. Trata-se de ser relevante, visível e ligado aos temas que importam: inovação, sustentabilidade e progresso. A Fórmula E, com as suas quatro potenciais corridas na China, oferece exatamente isso.
Para empresas de todos os sectores – do luxo às finanças, dos bens de consumo aos cuidados de saúde – esta é a porta de entrada estratégica. O investimento mais inteligente não é apenas na China em si, mas na plataforma certa para a ativar. A Fórmula E é essa plataforma.
Se quiseres falar sobre qualquer assunto FE não deixes de nos contactar em info@rtrsports.com